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TURNÊ

ESPETÁCULO QUE HUMILHAÇÃO
                                                                                                                                                                                  QUE HUMILHAÇÃO é antes de tudo uma tese sobre as dimensões culturais e éticas que separam a comédia da tragédia. Composta de quatro quadros, a peça desfila situações SEM LIMITES, entre a desgraça alheia e o divertimento dos outros. Em todas elas, a mão inadvertida ou propositada do destino, tal qual nas tragédias mais puras, faz os personagens cirandarem ao sabor das coincidências, do inesperado, dos imprevistos. QUE HUMILHAÇÃO flagra o cidadão e a cidadã no momento extremo em que as máscaras, os disfarces, as personas sociais caem inexoravelmente por terra, deixando à mostra o ridículo de cada um e a hipocrisia das convenções sociais. QUE HUMILHAÇÃO é o tratado do infortúnio, protagonizado pelo ser humano no momento em que ele, larga seus paradigmas do seu destino e passam a burlar as convenções da sociedade para gozar do mínimo que a vida na cumplicidade com o clandestino lhe oferece, é traído pelos seus combalidos e complacentes limites morais. QUE HUMULHAÇÃO é uma comédia de costumes, moderna. Desfila personagens dos mais corriqueiros da vida cotidiana. São eles homens e mulheres anônimos, transparentes aos olhos da comunidade, mas que, repentinamente, se tornam, mesmo que por poucos instantes, tocados pelas mãos do imponderável, alvo das atenções e pivôs de situações que jamais imaginaram viver, aí suas tragédias, olhadas pelos olhos frios da platéia, se tornam irresistíveis comédias.

FICHA TÉCNICA

ATORES: BETH TERRAS - DRT Nº36

GIOVANNA ZOTTINO

DIEGO BESOU

DIREÇÃO: BETH TERRAS

SONOPLASTIA: DANILO CRISTIANO

FIGURINO/MAQUIAGEM: GRUPO

TEXTO: GRUPO

ILUMINAÇÃO: STEPHEN ABREGO

CENÁRIO : GRUPO

ESPETÁCULO ADULTO – RECOMENDADO PARA MAIORES DE 14 ANOS

GENÊRO: COMÉDIA

ESPETÁCULO POR TRÁS DAS LUZES                                                                                                                         ​“Por trás das luzes” é um drama que se passa em 1940, em um teatro na cidade de Paris, na França. A trama conta a história de Madame Helene, uma atriz quarentona em decadência que não é mais idolatrada pelo o público, pois é considerada velha demais para o ofício. Ao lado de sua camareira Valentine e seu mordomo Pierre, a atriz vivencia a velhice, a loucura e a saudade de seus tempos de glória. No decorrer da peça, vários mistérios são revelados. O texto dramático é de autoria do português Elmar Castelo Branco e conta com a direção de Beth Terras.

FICHA TÉCNICA

Concepção Cenográfica – Grupo

Direção – Beth Terras

Autor – Elmar Castelo Branco

Elenco

Giovanna Zottino como Madame Helene

Eduarda Alcova como Valentine

Pablo Lima como Pierre

Trilha Sonora

Concepção Sonora – Everaldo Farias

Sonoplastia – Danilo Cristiano

Figurino

Grupo

Iluminação

Stefen

ESPETÁCULO E.. ASSIM NASCEU CAMPO GRANDE

AUTORIA: BETH TERRAS – DRT Nº 36

No dia 4 de março de 1872, José Antônio Pereira formou uma comitiva composta de cinco pessoas, seu filho Antônio Luiz, dois escravos e Luiz Pinto, que morava em Uberaba e tinha prática em viagens pelo sertão.
José Antônio Pereira ficou sabendo da Vacaria com vastas campinas e saiu a procura de campos para criar e matas para lavoura, rumo ao sul de Mato Grosso. Após  três meses de caminhadas, no dia 21 de junho, José Antônio chegou à confluência de dois córregos, conhecidos mais tarde por “Prosa” e “Segredo”. Construíram um rancho coberto de buriti, derrubaram uma pequena mata que existia entre os dois córregos, prepararam a terra para o plantio de milho e arroz, alguns meses depois, regressaram para Minas Gerais em busca de suas famílias. Como não podiam deixar a pequena propriedade sozinha, em sua passagem por Camapuã, José Antônio faz um acordo com João Nepomuceno, para que este cuidasse de sua propriedade até seu retorno. Passaram-se quase três anos, em meados de 1875, chegou por aqui Manoel Vieira de Souza (Manoel Olivério), com dois carros de bois, em companhia de seus filhos, sua mãe, de seus irmãos e alguns empregados. Nepomuceno, achando que José Antônio não mais voltaria, ofereceu a Manoel de Oliveira a pequena propriedade por trinta mil réis, na condição de que se José Antônio voltasse, Manoel Olivério, devolveria a propriedade mediante o ressarcimento da importância cita. Em 14 de agosto do mesmo ano, chega José Antônio Pereira com uma numerosa caravana de onze carros de bois, carregados de viveres, mudas e sementes, um lote de gado de cria, etc, acompanhado de sua esposa, seus filhos, o genro, alguns sobrinhos e mais escravos amigos, num total de 62 pessoas. Manoel Olivério, recebeu-o amistosamente, expôs as condições de seu negócio com João Nepomuceno, prontificando-se a entregar a propriedade ao seu legítimo dono. José Antônio dá por bem feita a transação e convida Manoel Olivério para trabalharem em comum acordo. Construíram novos ranchos às margens do córrego que fazia frente para a atual rua 26 de agosto...

E... Assim nasceu Campo Grande!
              

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